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17.2.11

Performances livremente criadas por artorian@s

   
Folheando à natureza, sente-se desnuda!
Envolvendo o verso com a prosa,
Cala-se o vento!
Desenvolvendo o antagônico
A folha torna-se poesia ...
 











Os dizeres de sentimentos imperfeitos,
Maltratam a essência narcisista do ser
E do vestido planta-se
o corpo
Colhendo o absurdo, sente-se desejada!
Diluindo a chuva com a lágrima,
Cala-se o tempo!


Desenvolvendo o íntimo,
a natureza torna-se mulher





Os afazeres de pensamentos coletivos,
ignoram a face rubra da solidão
E do carinho planta-se amor,
A lua é uma folha caída,
colhida por deus e seus instintos
conscientes da pele e da seiva
 



 Por onde derramamos nossa última gota de
beleza?





14.2.11

A vida é um palco experimental
sob luzes que se atraem





Conexões plásticas,

 
Polímeros de hidrocarbonetos urbanos
O homem sabe o que faz
Homo sapiens
Metade Homem
Metade ...
  ...  P l á s t i c o
 





 Verdades puras são um tanto impuras
Deitadas ao fogo do vento
Sopram realidades e mentiras nuas
E o que de fato traz afeto
Feto derrete-se em sol
Há mais ou menos duas ou três vidas
Perante nossos sonhos
Melhor estar acordado todo tempo
O fogo pleiteia seu espaço
Mas meus cabelos são longos
Para acreditar no fogo











Vontade de ficar só, mas não consegue
Vontade de sentar-se, mas não consegue
Vontade de cantar, mas não consegue
Vontade de escrever, mas não consegue
Vontade de amar ...
pare com essas vontades,
isso é amor.


Quero presentear o ar com meus versos
Incitar a poeira com ilusão
Desfazer bandeiras amarrotadas de paixão
Encontrar o túnel que me leve à paz
Desejar o canto
Profanar o santo
Existir
Quero entender a chuva com minhas mágoas
Incitar a desobediência com palavras
Desfazer barreiras de poesias ingratas
Encontrar a luz que me leve à noite
Desejar o canto
Profanar o santo
Existir


Quero inventar o sonho com minha visão
Incitar o vento com as cobertas
Desfazer os vícios encardidos de ódio
Encontrar o ponto que difere o real
Desejar o canto
Profanar o santo
Existir
Quero conceber o drama com meu sorriso
Incitar o verbo com a ignorância
Desfazer as culpas banhadas de despedidas
Encontrar o amor acima de qualquer substância
Desejar o canto
Profanar o santo
Existir




Ensaio
Muitos seres de luzes e noites
Vagando livres como o vento
Trovões de vapores digestivos
Mentes de chapéus ocultos

Banhos de velas em pó
Vestimentas lunares de sonhos

Reunimos nossas paixões
Um pouco mais de lua
Um pouco mais de lar
Muitos seres de cantos e desejos
Percussões coletivas ao relento
Abrigos de corpos e copos de arte
Teatro, esta parte do encontro,
entendemos!

23.4.10

Poesias e Performances Cia Artória no Toca do Plácido - Dia 14/04


Performance da Natureza



          Folheando a Natureza,
          sente-se desnuda!
          Envolvendo o verso com a prosa,
          Cala-se o vento!
          Desenvolvendo o antagônico,
          A folha torna-se poesia

 
Os dizeres de sentimentos
 imperfeitos,

Maltratam a essência
narcisista do ser

E do vestido planta-se corpo

Colhendo o absurdo,
sente-se desejada!

Diluindo a chuva com a lágrima,
Cala-se o tempo!

Desenvolvendo o íntimo







      A Natureza torna-se mulher

Os afazeres de pensamentos coletivos
Ignoram a face rubra da solidão
E do carinho planta-se amor
A Lua é uma folha caída
Colhida por deus e seus instintos
Conscientes da pele e da seiva
Em quantos mundos transitam os cuidadores da dor?
Por onde derramamos nossa última gota de beleza?


# Performer: Lisiane Marques
Texto: Paulo de Arto
Figurino e fotografias: Marcelo Costa


Homem Plástico

Plástico
Sociedade plástica
Cirurgia plástica
Artes plásticas
Sexo plástico
Comunicação plástica
Dinheiro plástico
Polímeros de hidrocarbonetos urbanos



Conexões plásticas
O homem sabe o que faz
Homo sapiens
Metade homem
Metade plástico
Desconstrói cítaras
Planta religiões
Colhe ignorâncias
Ainda chama de ética
Seu trabalho e seu gozo
Plásticos


# Texto e Performer: Paulo de Arto
   Fotografias e cenário: Marcelo Costa


 

          # Performance de Paulo de arto da Loucura
   Inspirado no poeta e dramaturgo francês Antonin Artaud



 
              # Perfomance de Paulo de Arto: 
                          "Homem Pedra"



  # Performance de Carol Schimidt
     "Contenha-se (O véu Devir)"

 

# Performance de Lisiane Marques
   "Ei meu velho amigo (Saudade)"


 

     
"Pelo fim de um início sem escrúpulos (durante a sala de tortura)"
                       Por Jaína Alcantara


 
                 # Performance de Richell
             "Para além dos entendimentos óbvios"

                        # Poesia "Cotidiano"
                  por Richell e Violão por Caio

  # Poema e voz de Nelson Portuga

                        
            Trilha sonora de Sinos
               Por Rosangela Sena


 
                        Trilha sonora voz e violão: 
                                André Lobo


  #   Poesia: "Entendimentos óbvios"
        por André

A Cia Artória agradece a todos e todas que viveram juntos esta noite linda iluminada por velas, violão e poesia! Aos novos amigos e amigas que reencontramos e a Marcelo nosso anfitrião e maior incentivador da arte, muito obrigada!




29.3.10

Happy Arte no Toca do Plácido Dia 24/03



















Toca de Ensaio

Muitos seres de luzes e noites
Vagando livres como o vento
Trovões de vapores digestivos
Mentes de chapéus ocultos
Banhos de velas em pó
Vestimentas lunares de sonhos
Reunimos nossas paixões
Um pouco mais de lua
Um pouco mais de lar
Muitos seres de cantos e desejos
Percussões coletivas ao relento
Abrigos de corpos e copos de arte
Teatro, esta parte do encontro, entendemos!

Sérvulo Paulo de Arto




Personas vivas nesta noite de ensaio
Conexões Urbanas
Conhece-te
Apavora-te
Liberta-te



Usuária de Saudade:
(...) As luzes do teu figurino colorido brotam ainda em meus retratos (...)
O paradoxo da saudade invade o instinto real do homem,
que por ser homem, desepera-se e parte
Covarde é a continuidade da estrada já esquecida (...)



Usuário de Loucura:

(...) Adorável revolta
Move tudo o que não tem volta
Esconde o que é feio entre os belos
Esccondendo até os teus castelos
Não irás enontrar nada na areia
Perdeste a sereia ...
Aqui a loucura é lícita!!
Eles estão vindo ...
Mas quem são eles?
Quem são vocês?


Usuária de Devir:

(...) O véu devir
Uma busca insinuante por um absurdo
Atrito de corpos nus
Encontar um submundo discreto (...)
Loucuras e loucuras, mais loucuras faz flavor
Incoerente transtorno mental
Uma poesia das seis horas
Nada de dormir hoje
Quero sentir prazer a cem ...



Usuário de pedra:
(...) A pedra que me ama
A pedra que me engana
Com ferro, fogo e tormenta
Sou o homem pedra
Preciso construir
Preciso destruir (...)

  

Trilhas sonoras acompanham os personas por
Marcelo Pinheiro - Banda Renegados

Evoé!